sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

[...] "Cansei de errar e ver as pessoas que me rodeiam passarem as mãos na minha cabeça, cansei dessa vida monótona que me parecia ser ótima, e o que eu não sabia? Para mim podia ser ótima, mas na verdade? Era a mais pura e concentrada falsidade que já provei." Assim que havia acabado minha história de Julho, coloquei a maior de todas as pedras encima desse caso, estava acabado, finalizado, concluído, esgotado, morto... Mas jamais esquecido. Aconteceu novamente, me deixei levar, foi terrível, tudo voltou á tona, amizade, falsidade, mãe, conselhos, medo, voz da experiência, erros. E resultou no mesmo sentimento incontido, preso e amarrado dentro do coração, INFELICIDADE. Foi como se experimentasse mais uma vez do mesmo veneno, me admiro muito ainda não ter aprendido, mas estou totalmente disposta a aprender e não deixar, em hipótese alguma, acontecer uma terceira vez. Agora me sinto como um antídoto para esse veneno, é como a cobra, seu próprio veneno é usado para a vacina, e é exatamente isso que eu vou fazer. Não me leve a mal, de forma alguma pensaria em vingança, não, não é vingança, pois se vence um inimigo pela gentileza (mais uma das coisas que eu aprendi ao longo desse tempo que passei sozinha, no meu refúgio de reflexão). Porém pode ter a certeza que vou conseguir virar esse jogo para mim, eu vou resgatar do passado e deixar viver de uma vez por todas a verdadeira Anna Luíza Henríques Santos que havia se perdido no tempo, em meio ás memórias, aquela que estava apenas escondida atrás de seus anseios, de seus medos de errar. Nesse exato momento, minha vida passou diante dos meus olhos por alguns segundos e decidi restituir meus sonhos, transforma o mundo em apenas o "meu mundo", com isso me sentirei capaz de ter tudo que quero, ter novamente expectativas futuras e esperanças, quero ter de volta meus olhos de criança, como se não conhecesse nada. Deixar aflorar em mim o lado positivo, que há muito tempo eu não sentia, quero estar forte, e confiar em mim mesma, confiar na minha capacidade de ser feliz! Pois confesso que sinto falta de tudo que um dia me pertenceu (mesmo que por pouco tempo): sonhos, confiança, manias, vícios, virtudes, defeitos, opiniões e até, de mim mesma.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Me apaixonei pela pessoa errada, me apaixonei por aquele que nunca me deu valor, que nunca me amou, mas um dia me conquistou, mudou meu jeito de pensar, de agir, de amar. Com você aprendi o que é felicidade, aprendi a ver o mundo de uma forma diferente, amadureci, aprendi o que é o amor, mas me decepcionei muito, pois de tanto te amar acabei te perdendo, nós terminamos sem nexo algum, você me deixou perdida do meio das lágrimas e se foi em meio ás nuvens, partiu, me deixou, mudou minha vida outra vez. E me abandonou no tempo! Você me fez bem, me completou, me mostrou qual era o sentido da vida, me apaixonei perdidamente, fiquei cega com seu amor, senti algo diferente, me senti capaz me de aventurar com você, passei por cima de todos os meus obstáculos, te amei de verdade. Só de pensar em você, já sentia saudades, seu sorriso me fazia rir, sua voz acelerava meu coração, o toque de sua mão em meu rosto me fazia tremer, foi tudo tão mágico e lindo, senti coisas que nunca havia sentido antes e agora? Nada restou, seu amor foi embora, partiu meu coração, me deixou sem chão, estava voando tão alto, que quando você disse oque eu não queria ouvir, levei um tombo muito grande, aquelas palavras entraram no meu coração, arrancando do meu peito os últimos suspiros que me restaram. E deixei você partir, sabia que outra pessoa já estava ocupando meu lugar, senti o nome dela no seu olhar e vi você se afastar de mim aos poucos, meu coração apertou e você se foi. Chorei muito! No mesmo lugar onde tudo começou, tudo acabou; no mesmo lugar onde demos o nosso primeiro beijo, demos o último; foi o mesmo lugar onde me apaixonei por você, onde conversamos pela primeira vez, no mesmo lugar onde a nossa amizade começou, foi o MESMO lugar. Foi tudo tão perfeito, nem consigo acreditar que acabou, você se foi e me deixou por causa de uma armação, ninguém queria nos ver juntos, as pessoas não viam graça em nós dois, era tanta inveja. Mas você preferiu acreditar na inveja e na falsidade, do que na pessoa que mais te amava, e se foi, encontrou a felicidade em outro alguém. E agora eu me contento com tudo isso, em ficar sem você, porque eu te amo e quero te ver feliz, mesmo que não seja ao meu lado. Mas vou aceitar e me segurar para não voltar correndo pros seus braços e te beijar. Te amo muito mesmo, você me faz falta, muita falta. Você se foi e levou um pedaço do meu coração contigo, mas acontece que você foi a minha vida e eu fui apenas mais um capítulo da sua! Certa vez ouvi uma música que me lembrou muito você: "O meus sonhos o vento não pode levar, a esperança eu encontrei no teu olhar, no teus braços não importa o tempo, só existe o momento de sonhar. Mas algo sempre guardarei, o teu amor. Que um dia eu encontrei..."
sábado, 25 de julho de 2009

Pode ser que eu esteja sendo covarde escrevendo essa carta ao invés de falar pessoalmente, mas como você sabe, escrever é o forte e sei que se fosse falar cara a cara com você eu não aguentaria. Quando te conheci, foi num momento meio difícil da minha vida, confesso que ainda está sendo, por enquanto esse é um momento de mudanças para mim e não é a hora certa para me preocupar em dividir a minha vida com alguém, mas queria que você me entendesse. E saiba que eu queria lhe falar uma coisa: "Eu acredito no futuro, como também acredito muito no destino!" Não queria que fosse assim, mas foi minha única escolha, foi minha única saída, o único jeito que eu tinha de fazer você entender tudo que estava acontecendo; mas vou te explicar tudo que se passa no meu coração agora, todos os sentimentos presos e confesso que enquanto eu escrevo essa carta, deixo minha alma falar por mim, através das lágrimas. Você precisa saber que desde quando conheci você e seus amigos, eu mudei totalmente a minha vida, mudei meu jeito de ser, mudei minhas vontades, deixei de sonhar, esqueci que dentro do meu corpo existia um coração e por isso eu sofri, assumo e repito, EU SOFRI MUITO tentando ser alguém que eu não era para agradar aos outros, mostrando apenas uma imagem meio bonequinha para passar confiança para todo mundo. Porém agora cansei e desisto de tudo, pois com a minha vontade exagerada de mudar para agradar as pessoas eu aprendi mais sobre o mundo, por achar que sabia de tudo e por achar que eu era muito esperta, acabei seguindo os caminhos errados por serem mais fáceis, acabei sendo alguém que eu não queria ser, confesso que fui feliz, mas fui pouco feliz, e quando esses poucos momentos de felicidade acabavam, só restavam lembranças e essas lembranças não me davam tanta euforia, eu me sentia cada vez mais vaga, como se faltasse algo, uma peça do quebra-cabeça. Então esse tempo passou, descobri qual era a peça que faltava, era a verdadeira felicidade, era a confiança em mim mesma (coisa que eu não conseguia encontrar antes, por achar que não era capaz). Do nada comecei a me sentir incapaz de realizar meus sonhos e confesso que desisti de alguns deles por medo de errar e não dar certo, eu desisti de parte da minha vida, desisti do meu grande amor, desisti dos meus amigos de verdade, desiste da minha paz. Ás vezes sentia, mas estava realmente acomodada, rodeada de "amigos e amigas", com uma "segunda mãe que me entendia" sem brigar comigo e além do mais, sabia que estava aprendendo mais com a VOZ DA EXPERIÊNCIA e assim as minhas chances de errar seriam menores, estávamos quase unânimes, sentia que era feliz de verdade pela primeira vez na vida. Mas havia esquecido de algo, a vida não é feita apenas de poucos momentos bons ou de conversas boas, também havia me esquecido que para cada erro existe uma consequência e assim não poderia ter medo de errar, por de nada adiantaria eu conversar com a voz da experiência, sem ter minhas próprias experiências, e com isso não lembrava nem como levantar sozinha dos meus próprios tombos. Agora cansei disso tudo, quero ver o mundo do jeito que eu sempre vi antes, apenas com os meus olhos de criança. Não quero mais ter medo de errar, não quero mais dar uma de espertinha e achar que sei de tudo, porque eu ainda sou muito nova, eu ainda tenho muito que viver e que aprender; quero enfrentar meus próprios desafios e passar por todos os obstáculos no caminho. Só assim vou conseguir vencer na vida, uma coisa eu aprendi nesse tempo que passou, nem sempre o caminho mais fácil é o certo. Cansei de errar e ver as pessoas que me rodeiam passarem as mãos na minha cabeça, cansei dessa vida monótona que me parecia ser ótima, e o que eu não sabia? Para mim podia ser ótima, mas na verdade? Era a mais pura e concentrada falsidade que já provei.
terça-feira, 12 de maio de 2009


Vou tentar ser feliz sem precisar de ninguém, porque ninguém consegue me ver feliz? E sabe qual é o pior? Eu não tenho ninguém para desabafar... Pode ser que eu esteja muito errada e por isso ainda estou pagando meus erros... Deus, por favor, queria me ajudar? Quem sabe assim eu consiga saber quem são meus amigos de verdade? Pois pelo que eu estou vendo, só há falsidade... Eu não aguento mais, é como se o céu desmoronasse em mim, ninguém percebe e ninguém vê que eu realmente não estou bem... As pessoas só pensam em cobrar cada vez mais de mim, será que ninguém vê que eu preciso de ajuda? Acho que não, pois quando eu mais preciso, todo mundo some. Por que será? Alguém parou pra pensar em como eu sou uma menina má? É difícil e estranho assumir, mas eu sou assim. Para e pensa, sabe aquelas patricinhas de filme que só sabem pisar nas pessoas e passar por cima de todos sem olhar para trás? Eu sou assim... E cheguei á uma conclusão, vou ser uma boa pessoa a partir de hoje, pois pensarei mais nas pessoas que me rodeiam, e menos em mim mesma, e como eu sei que faço mal á elas, vou me contentar com tudo e sairei de uma vez da vida de todos eles! Como é difícil ser feliz e deixar as pessoas felizes ao mesmo tempo, então prefiro me privar de toda essa felicidade, assim, verei as pessoas felizes, não me importo mais... Diz assim, uma música da adorável Rihanna, "Enquanto a minha vida passa diante dos meus olhos, me pergunto se verei outro nascer do sol. Muitos não têm a chance de dizer adeus, mas é tarde demais pra pensar no valor da minha vida. E você pode ver meu coração batendo, você pode ver através do meu peito. Estou apavorada, mas eu não vou desistir, eu sei que tenho que passar por este teste... Então, basta puxar o gatilho." Sabe, ás vezes eu acho que nasci para ter a vida complicada, quando eu finalmente consegui começar a ser feliz, veio alguém e me jogou pro fundo do poço novamente. Porque tem que ser assim? Porque eu? Porque logo agora? Acho que é normal isso, enquanto eu não aprender o sentido das coisas, eu vou continuar me ferindo... É muito incrível tudo que acontece com a gente, do nada eu penso que não tenho, ou não quero ter coração, é difícil, pois segundos depois eu percebo que sem coração, eu não vivo. Preciso dele, nem que seja para sentir dor, sofrer, chorar, mas preciso.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Andava pela rua sozinha e desligada do mundo, eram tempos de desilusão e eu acabara de entrar um uma grande enrascada. Alguns sentimentos me confundiam e nem assim eu levantava a cabeça diante daquele bairro escuro e sombrio, estava chovendo e já era tarde, a minha vontade era de chegar á minha casa logo. Comecei á ouvir ruídos, achei que eram ratos e continuei á andar por aqueles becos escuros da rua, quando de repente ouvi passos atrás de mim. Então percebi que não eram ratos comuns e sim ratos maiores, os que costumamos chamar de Seres Humanos. O medo foi tomando conta dos meus pensamentos e confesso que por alguns minutos os sentimentos confusos saíram da minha cabeça, mas antes continuasse com aqueles sentimentos. Um dos passos começou á soar mais forte e foi chegando cada vez mais perto, assustei-me bastante e nem assim consegui levantar a cabeça, nada mais importava para mim, me sentia vazia e sem coração. Os barulhos pararam e a minha teoria era que os ratos já haviam ido embora. Voltaram os sentimentos, desliguei novamente minha cabeça do mundo, permaneci assim por mais ou menos três minutos até ouvir ao longe uma discussão entre um casal, desloquei meus ouvidos para aquela única casa com a luz acesa em meio á um bairro escuro. No início a discussão estava normal, mas aos poucos ela foi tomando um rumo diferente, as palavras que saiam daquela casa eram as principais palavras que reinavam em meus sentimentos confusos: amor, internet, amor novamente, mais internet e assim foi. Percebi que o casal brigava por um site de relacionamento, o mesmo que me deixava em uma grande enrascada. Fez-me lembrar dos tempos em que o amor existente no meu coração era verdadeiro e um simples te amo era uma das palavras mais puras que já existira para mim, isso me fez lembrar dos dias em que eu ainda era feliz: | "Sorridente como nunca me encontrei antes, diante da tela de um site de relacionamentos (hoje diria, diante da tela de um infeliz site de relacionamentos). Lá estava eu, fazendo amigos e namorados ao mesmo tempo, no início tudo eram flores, mas a coisa foi ficando séria e aos poucos comecei á me apaixonar de verdade, aconteceu pela primeira vez e senti o mais puro amor que jamais havia sentido antes, até durou bastante, mas depois acabou. Essa era a melhor experiência da minha vida e logo descobri que era apenas um amor virtual. Foi uma grande desilusão, mas como eu sou uma grande garota insistente, resolvi sofrer de novo e sem medo, fui á procura de um novo amor. Acabei não achando e veio-me novamente a desilusão, não por deixar ir embora um grande amor, mas por não achar esse grande amor. Entrei em uma crise e assim eu resolvi achar um grande amor á todo custo, acontece que não achei apenas um grande amor, achei vários grandes amores e assim, me apaixonei por todos (sinto que não era aquele amor totalmente verdadeiro que havia citado antes, mas era forte). Assim, confundi os sentimento àquela palavra que antes para mim era uma das mais puras, virou gíria. Para todos os mil namorados virtuais que eu tinha, falava te amo e confesso que achava que estava apaixonada. Grande ilusão, sentimentos tão puros que haviam em mim, viraram apenas simples gírias idiotas..." | O leve toque das lágrimas de amor em meu rosto interrompeu minhas lembranças, e eu percebi que finalmente cheguei em casa, a rua escura e sombria já havia ficado para trás e os ratos enormes não me perseguiam mais. Comecei á pensar como a minha vida seria mais fácil se um dia eu não tivesse procurado um grande amor, e agora eu tento me livrar dos grandes fantasmas que assombram meus pensamentos e continua a grande dúvida, se eu deveria ou não ter deixado essa difícil tarefa para o destino. De uma coisa eu estava certa, sinto saudades dos tempos em que te amo era sentimento.
sábado, 21 de março de 2009
Ser amiga é mais do que uma simples amiga, nós meninas, sempre temos uma melhor amiga, aquela que contamos segredos, aquela que nos falam as verdades sem medir palavras e ainda por cima tem a "cara de pau" de falar que aquilo foi para o nosso bem e que nós precisávamos ouvir para aprender. Mesmo morrendo de raiva, nós dizemos obrigada e só depois percebemos que aquelas palavras sinceras e que mexeram tanto com os nossos corações, foram realmente para o nosso bem e nos ensinou algo. Sabe, eu também tenho uma melhor amiga e ás vezes acho que sou injusta com ela, isso porque ela faz de tudo para me ajudar e eu ainda não tenho coragem nem de dizer obrigada. Por isso eu estou fazendo este post, para homenagear a melhor amiga do mundo, aquela que me ouve, que me incentiva, que me diz "eu te amo" sem esperar um "também te amo" de volta, e é exatamente por isso que ela não ouve um "também te amo" e sim um "eu te amo muito mais". Uma amizade verdadeira como a nossa é aquela eterna, e quando estamos juntas, o meu tempo pára e depois que toda farra passa, ainda continua bom, porque rimos juntas das lembranças, dos micos que cada uma pagou e de tudo que aconteceu entre a gente. Enfim, ser amiga é ajudar, perdoar, dar segundas chances, ouvir, falar, brigar e acima de tudo, é ser irmãs. E depois de tantas palavras vazias e sem sentido que eu disse, resumo todo o meu texto em apenas duas: TE AMO!
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Ouvi ruídos de cascos pisando na grama, mas continuei deitada de bruços na esteira que havia estendido ao lado da barraca. Senti nitidamente o cheiro acre muito próximo. Virei-me devagar, abri os olhos. O cavalo erguia-se interminável á minha frente. Em cima dele havia uma espingarda apontada pra mim e atrás da espingarda um velhinho de chapéu de palha, que disse logo o seguinte "- Levante-se rápido e não olhe em meus olhos." Claro, eu levantei e com muito medo do que vinha pela frente, olhei para baixo, nem vi se aquele velho tinha olhos claros ou escuros... O velho apontou a espingarda em minha cabeça e disse que eu podia escolher minhas últimas palavras. Assustada e com muito medo, disse apenas que eu era inocente e que não estava entendendo aquela situação. O velho não pensou duas vezes, apertou o gatilho e "TAAAAAA". Ouvi o estalo da bala, imagino que ela estava entrando em meu cérebro, desmaie e quando me dei por consciente, em alguns segundos achei que estava no céu e ainda por cima vendo Deus... Até que um velhinho negro de olhos verdes me abraçou e pediu desculpas, realmente eu não entendi. Porque Deus me pediria desculpas? Então o velhinho continuou me pedindo desculpas, começou á chorar, senti que eram lágrimas de arrependimento, mas novamente me perguntei: "- O que Deus fez de tão grave comigo á ponto de estar arrependido?" Não entendendo aquela situação, o velho me fez jurar que o tinha perdoado, jurei até por Deus, estranho, Deus me fez jurar por ele mesmo... Ah, mas deixa isso pra lá, o que importa foi a parte que eu menos entendi, Deus me disse: "- Leve meu cavalo, meu chapéu de palha e no bolso tem cigarros." Deus fuma? E ainda por cima Deus está me pedindo para assaltá-lo? Confesso que foi estranho, mas ai eu percebi que o meu grande erro. Não estava no céu e sim em uma sala da delegacia e sabe aquela bala que eu havia sentido ultrapassar os limites do meu cérebro? Ela nunca existiu, era simplesmente uma espingardinha de água do filho daquele velho (que eu achava ser Deus, pobre imaginação), que juntando com a reação desconhecida de medo do meu cérebro, fez parecer que eu estava morta. O velho era ligeiramente louco, ainda por cima me fez prestar queixa de si mesmo, afirmando que havia roubado meu cavalo, meu chapéu de palha e ainda disse que foi uma pequena tentativa de homicídio, velho maluco. Nesse dia, estava cansada e fui para a casa dormir, no dia seguinte, me bate aporta bem cedo, um senhor bem vestido mais novo que o do dia anterior e disse que eu precisava assinar uns papéis, quando me dei conta, já estava com todos os bens do velho maluco em meu nome, e o velho maluco estava preso. Saudades desse dia, em que prendi um homem que se julgava culpado, conheci um falso Deus e pra completar, fiquei rica! | Obs: Este é um texto fictício, onde não existem os fatos e nem os personagens. Serve apenas como uma lição de vida, para uns é o aprendizado de que em alguns problemas, colocamos-os mais difíceis, embora sejam fáceis até demais para resolver. Para outros é a tradução de que ás vezes a sorte chega de onde menos esperamos!
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Mineira, 20 anos, escritora desde os 12, inconstante, imprevisível, cruzeirense apaixonada, esquecida e abandonada pelo amor, e talvez, cheia de sonhos. Como dizia o grande Renato Russo: "Nunca deixe que lhe digam que não vale á pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém."
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" Longe de toda negatividade e a onda boa se propaga no ar ... " (Forfun)