quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Sinto muito a sua falta, sei que está longe, mas nem a distância consegue separar o que sinto por você. Continua cuidando de mim, como se eu ainda fosse uma criança, mas eu quero te avisar (embora você ainda não acredite), eu me tornei mulher. Independente, sei qual o certo de todos os caminho que tenho a seguir, sei a hora certa da vida, sei os momentos certos do dia, sei quando devo falar e quando devo calar. Mesmo assim sinto sua falta, sinto falta dos seus ensinamentos. Do seu jeito de me mostrar e de me ensinar que não adianta a gente tentar entender os porquês da vida, porque a própria vida, com o passar do tempo, vai nos ensinando em sua devida hora. Não peço que volte, mas peço que não me esqueça, por favor meu amigo, que mais posso chamar de irmão. Como diz o glorioso Tim Maia: "Não sei porque você se foi, quantas saudades eu senti e de tristezas vou viver, aquele adeus não pude dar. Você marcou a minha vida; viveu, morreu na minha história, chego a ter medo do futuro, da solidão que em minha porta bate. E eu gostava tanto de você, gostava tanto de você. Eu corro e fujo dessa sombra, em sonho eu vejo esse passado e na parede do meu quarto, ainda está o seu retrato. Não quero ver, nem me lembrar, pensei até em me mudar, lugar qualquer que não exista o pensamento em você." Te amo muito, mantenha contato amigo!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Não me reconheço mais, nem como ser humano, pra ser mais precisa. Sempre fui sozinha, nunca precisei de ninguém. Filha única de pais separados, minha mãe trabalha fora e sempre me deixava sozinha em casa (isso com meus 10 anos de idade), me sentia solitária, mas sempre me virei, brincava sozinha, era sozinha, aprendia sozinha, estudava sozinha, sempre fui sozinha. Com isso, depois de 5 anos, confesso que sou uma pessoa melhor, não preciso de ninguém, sou independente. Mas ás vezes me bate um vazio no peito, como se eu sentisse falta das brincadeiras que eu tinha comigo mesma, virei responsável demais pra minha idade, sinto falta de um ar inocente em mim. Pois com o tempo, fui me vacinando aos poucos contra os males do mundo (não que eu seja totalmente imune), mas eu sei o básico sobre isso, sei quando devo arriscar ou não, sei quando eu faço algo pra dar certo e quando sei que não vai dar certo, nem faço. É como se eu não corresse mais riscos, e para mim, talvez essa seja a parte mais divertida da vida. Me arrependo muito, não por ter me tornado melhor, mas por ter me tornado independente demais, por ter apenas crescido no tempo parado! E hoje, vou tentando recuperar aos poucos o tempo perdido, mas de uma coisa eu sei: nunca será a mesma coisa, como se eu ainda tivesse 10 anos de idade...

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Mineira, 20 anos, escritora desde os 12, inconstante, imprevisível, cruzeirense apaixonada, esquecida e abandonada pelo amor, e talvez, cheia de sonhos. Como dizia o grande Renato Russo: "Nunca deixe que lhe digam que não vale á pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém."
Documentos, fotos e textos por Anna Luíza HS. Tecnologia do Blogger.

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" Longe de toda negatividade e a onda boa se propaga no ar ... " (Forfun)