sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Num lugar chamado Nince, haviam duas famílias, Crisálida e Lancelot, onde uma grande richa vinha passando de geração em geração desde o século XV até os dias de hoje, 1957.Aquele lugar mais que perfeito para se viver, onde os campos são mais verdes, as árvores dão mais frutos, as pessoas são boas, não há maldade, todos são felizes, sim era este o lugar. Joana Crisálida, uma menina loira, com olhos claros, pouco mais que 15 anos vividos, brincava e corria pelo bosque mais verde e florido da cidade, quando então, de repente veio algo veloz em sua direção, o sol batia em seus olhos e o vulto tornou-se cada vez irreconhecível. Chegou cada vez mais perto, então Joana foi jogada ao chão por uma força muito grande, Marcelo Lancelot, moreno, alto, robusto, delicado e por segundos Joana jurou que aquele era o menino mais bonito que já conhecera. Foi quando em uma brincadeira de cócegas e muitas risadas, Marcelo Lancelot se deparou com a mais bela rosa, jamais havia visto tão delicada beleza, comparou com Joana, percebeu grande semelhança, arranco-a do vaso marrom onde estava situada e correu em direção a menina, entregando-lhe o tão delicado presente, ela com um grande sorriso no rosto, ele explodindo de alegria. Nesta hora tocou o sino de recolhida da cidade, Joana entrelaçou a rosa em meio de suas tranças e correu para casa ansiosa, com o intuito de contar a Gerald do tão adorado presente e do menino mais belo que já conhecera. Gerald era um respeitado sábio, porém muito pobre, morava em uma casinha de sapê caindo aos pedaços e certos dias passara fome, até Joana resolver ajudá-lo aos 13 anos e desde então, ela leva todas as noites um jantar para seu melhor amigo. Este dia não foi diferente, porém, junto com o jantar Joana levou consigo a rosa que ganhara de seu futuro amado. Ao mostrar a rosa a Gerald, ele levou um grande susto e começou a explicar-lhe: "Esta é a rosa do amor, nossos antepassados diziam que significava o casamento, mas durante anos ela ficou desaparecida e agora você encontrou". Joana se desesperou diante de tanta informação, pois tinha apenas 15 anos e não queira casar-se. Foi direto para casa, arrumou sua bolsa com algumas mudas de roupa e um dinheiro que tinha guardado e pegou o primeiro metrô com destino a Paris. Passaram cinco anos e Joana não aguentava mais de saudades, tanto de sua família quanto de Marcelo, então ela resolveu voltar para Nince, onde ficou surpreendente assustada quando chegou. A cidade estava completamente destruída, havia chamas e fumaça por todos os lados, gente sangrando, gente morta, ela começou a chorar desorientadamente e correu em meio ao fogo á procura de sua antiga casa. Foi totalmente em vão, sentou-se no chão e começou  chorar, até que surgiu um homem pouco familiar, e enchurgando suas lágrimas ele tentou acalmá-la. Percebendo que aquele rosto ela já tinha visto em algum lugar, levantou-se e comprimentou o rapaz devidamente, disse ele: "Permita-me apresentar, Marcelo Lancelot." Joana ficou estática por alguns segundo quando ele a beijou, então ela perdeu a noção do tempo e mergulhou de cabeça naquele mar de emoções que ela nunca havia sentido. Passaram-se as horas, os dias e os meses e eles continuaram se amando, mas com um único objetivo, reconstruir a cidade de Nince. Passaram-se dez anos, as obras estavam terminadas e Joana resolveu dar uma voltar pela cidade, até que encontrou um senhor bem idoso, sedento. Ficou com tanta pena que o levou para casa, dando-lhe um copo com água, quando ficou muito surpreendida, aquele era Gerald, e ele havia voltado para a cidade apenas para dar um recado a Joana: "Aquela não era a rosa do amor, e sim a rosa do destino, nela estava escrito que depois de uma grande guerra ia nascer um grande amor, vocês são os verdadeiros Guerreiros de Nince. Aliás, eu já sabia disso, só não quis estragar a surpresa, minha linda Joana!" | Sim, a história acabou, mas deixou marcas, me fez pensar no destino, pois tudo sempre tem um propósito, basta sabermos esperar e seguir em frente, decifrando e descobrindo o que ele nos reserva ao passar do tempo.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Começando com um sonho, logo vira realidade, ou será apenas uma mera e distante ilusão? Janeiro, férias, praia, sol, amigos, e de quebradinha, o amor. Chega Dezembro e as expectativas aumentam, simplesmente a minha imaginação flui literalmente, fico pensando como serão as minhas férias. Imagino de tudo, junto sonhos com realidade, com um pouquinho de sacanagem só pra ficar legal. Mas lá no fundo dentro de um baú vermelho com um formato bem comum chamado coração, eu guardo um sonho de infância. Minhas férias em um país chamado França; Paris, Torre Eifell, cidade luz, amigos, compras, sapatos, roupas, neve, praia, montanha, rio Senna, museu do Louvre, o maior cemitério do mundo e assim vai. Só de imaginar começo á arrepiar dos pés até o último feio de cabelo que eu tenho. Imagino um avião, a janela, as nuvens, do meu lado direito, meus amigos e do lado esquerdo, também. Quero ser livre, longe de toda visão panorâmica dos meus pais, totalmente livre pra voar. Atire a primeira pedra quem nunca sonhou com um francês loiro dos olhos azuis? Ou quem nunca sonhou com uma BMW rosa? Pode assumir, não é crime nenhum, você ter um sonho e querer realiza-lo. Crime sim, é você ter um sonho e ter medo de realiza-lo, é um crime do mundo das fantasias, aquele mesmo de fadas e bruxas. Se você pensa que estou comparando sonhos com conto de fadas, está totalmente certo. Essa é a mensagem que eu quero passar, não vale á pena viver em um mundo pequeno. SONHE MAIS ALTO! Viva mais sua vida intensamente, e na medida certa para ser feliz. Porque o tempo passa rápido e se você parar, ele não vai voltar pra te esperar. O grande Renato Russo sempre dizia: "Quem acredita sempre alcança!" E não vou mentir não, o meu sonho é ser publicitaria, estilista no meu tempo livre e de quebra jornalista. Morar em Paris? Porque não? Eu sei que eu chego lá. Cansei de ouvir as pessoas me dizerem que meus sonhos nunca vão dar certo. SOU EU QUEM FAÇO MEU DESTINO. E se eu quiser, vai ser desse jeito sim e ponto. Por isso eu digo, já desperdicei tempo demais na minha vida esperando o destino vim me buscar. Abra os olhos, ele não virá, você tem que correr atrás, e aproveitar ao máximo tudo que você tem que aproveitar. Pois nunca vai voltar. Viva seu presente e não fique ansiosa para o futuro, pois o futuro é consequência do presente. Como dizia Albert Ainstain: "Jamais penso no futuro, ele chega rápido demais."
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Mineira, 20 anos, escritora desde os 12, inconstante, imprevisível, cruzeirense apaixonada, esquecida e abandonada pelo amor, e talvez, cheia de sonhos. Como dizia o grande Renato Russo: "Nunca deixe que lhe digam que não vale á pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém."
Documentos, fotos e textos por Anna Luíza HS. Tecnologia do Blogger.

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