quarta-feira, 1 de maio de 2013
Olá meu caro, não quero parecer rude, muito menos fofa, quero apenas ser sincera e direta em relação á nós, ao nosso curto e doído relacionamento, até de certa forma lamentável... Sinto muito! E não venha me dizer: "- Não precisava ser dessa forma." Sim, eu sei que não precisava, mas eu quis, e agora o que eu quero é prioridade na minha vida, então sugiro que você sente-se e leia com atenção o que venho lhe dizer. E se parar por aqui, sugiro desde já que você vá tomar precisamente no seu orifício anal. Enfim, desculpe-me o eufemismo, pois diga-se de passagem, em uma carta que desejo parecer séria, uma figura de linguagem é necessária. Justificando o título, você foi um cafajeste comigo, daqueles de filmes americanos em que a mocinha acredita no mocinho e ele acaba ficando com a melhor amiga da mocinha, enfim, é do mesmo gênero, porém o contexto foi diferente. Não acha cafajeste da sua parte fazer com que uma menina se apaixone por você, sem ter a intenção de correspondê-la? Ou então para provar pra algum amigo que conseguia tomar o lugar dele no coração dela? Isso é ridículo. Me sinto ridícula de ter acreditado, me sinto ridícula de ter me apaixonado, e mais ridícula ainda de achar que eu e você ainda poderíamos (algum dia) ter algo mais sério. Uma vez chorei por você, chorei pois não sabia porque eu sentia algo tão forte por alguém que não sentia o mesmo por mim, chorei pra valer, de soluçar e beber água com açúcar... E não foi só uma vez não! Até que me disseram: "- Se ta te fazendo mal agora, depois não vai poder fazer bem." Na hora isso me deixou meio confusa e pensativa, mas depois não me importei, continuei na nossa rotina de "você finge que se importa e eu finjo que acredito", isso certamente foi imbecil da minha parte, e ainda mais da sua, idiota, ridículo. Fui idiota quando liguei pra ouvir sua voz, quando postei músicas românticas que me lembravam você, quando te encontrei e te beijei pela primeira vez, quando te apresentei meus amigos, quando conheci os seus, quando me preocupei com a sua gripe, quando te liguei muitas vezes até cair na caixa postal, quando sonhei com nossos encontros, quando passei noites sem dormir pensando em você, e fui idiota também, todas as vezes que abri a boca para dizer "Eu te amo" e não disse (graças á Deus)... E mais uma coisa, eu não me arrependi de ter sido uma idiota, pois sinceramente, "o amor nos deixa idiota", eu apenas arrependi de ter sido idiota COM VOCÊ, pois da próxima vez, quero ser idiota com todas as minhas manias fofas, românticas e ridículas (no seu ver) com alguém que pelo menos, valha a pena ser. Beijo e não me liga!

Um comentário:

  1. Anônimo14:11

    é né fazer o quer ? a vida é assim mesmo !

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Mineira, 20 anos, escritora desde os 12, inconstante, imprevisível, cruzeirense apaixonada, esquecida e abandonada pelo amor, e talvez, cheia de sonhos. Como dizia o grande Renato Russo: "Nunca deixe que lhe digam que não vale á pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém."
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